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capítulo 21

      Capítulo 21: Uma mão amiga é estendida para Thorfill O sacerdote era calvo, usava uma túnica laranja e tinha barba branca. Ele era tão velho que parecia uma múmia mumificada; só faltava colocá-lo dentro de um sarcófago.  Ao escutar as palavras de Apolo, o sacerdote se virou lentamente e, parecendo emburrado, se sentou no chão. Ele encarou Thorfill em silêncio e estreitou os seus olhos ao fazer isso atentamente. Ele parecia uma tartaruga velha e desconfiada. Ao fazer essa semelhança, o semblante de Thorfill ganhou uma cor picante e ele tossiu, evitando rir.  "Você entra no meu templo, acompanhado de um homem novo e bonito, me trás lubrificante e ainda me diz que não irá se casar?!" O sacerdote perguntou indignado, "Ah, mas você vai se casar sim!"  "Não somos nada." Apolo disse friamente, parecendo um pouco desconfortável com aquela situação constrangedora. "Não temos esse tipo de relação, sem contar que eu sou muito mais velho que ele." No i...

Capítulo 20

Este capítulo aborda conteúdo sexual homoafetivo e pederastia! Leia com consciência.      Capítulo 20: No templo há um maluco, mestre de um iceberg O templo de Eros e Psiquê ficava em um monte altíssimo. No topo, havia um pequeno e delicado templo velho, erguido por colunas de jônico brancas. A estrutura ainda permanecia reluzente com o passar do tempo e os casais iriam visitá-lo em busca de prosperidade e privacidade para praticar atos carnais.  Mas havia uma coisa oculta neste templo, apenas César Oitavo e Apolo tinham o conhecimento. No templo romântico, havia um oráculo. O dono do oráculo era um sacerdote imortal e músico. Através do canto, ele poderia conversar com o oráculo e, através dele, conseguir respostas para o mundo. O sacerdote era o mestre de Apolo, e alguém… muito incoerente e maluco. Apolo estava em seu quarto, se preparando mentalmente para visitá-lo em busca de respostas.  Onde estava César Oitavo de Atenas?  Onde estava Atlântida, o cont...